Ai se Sesse!!!

(Zé da Luz)


Se um dia nós se gostasse
Se um dia nós se queresse
Se nós dois se empareasse
Se jutim nós dois vivesse
Se jutim nós dois morasse
Se jutim nós dois drumisse
Se jutim nós dois morresse
Se pro céu nós assubisse
Mas porém se acontece-se de São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse te dizer qualquer tolice
E se eu me arriminasse
E tu com eu insintisse
Prá que eu me arresouvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Távez que nós dois ficasse
Távez que nós dois caísse
E o céu furado arriasse
E as virgem todas fugisse

*Posto essa poesia em homenagem ao meu amado Charlinho e a todos que apreciam as coisas boas da vida! Do grande grande gênio sensato  Zé da Luz. Salve!!!

 

Beijão!!!

Novo sim, mas com grandes conquistas

 

Do Defelê ao Brasiliense a epopéia dos campeões de Brasília

 

Em meio a tijolos e poeira era iniciada a história do futebol de Brasília, protagonizada pelos operários das empreiteiras que levariam adiante a visão de Dom Bosco e o sonho de Juscelino Kubtcheck, a construção da nova capital. Nos campos de terra batida começava uma história paralela à da construção: o Campeonato Candango que, em 1959, já possuía o seu primeiro campeão, o Grêmio da Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Alguns dos primeiros times do Distrito Federal representavam as construtoras da época e  inclusive, seus nomes, como o time da Rabelo.

  O principal rival do Rabelo era o Defelê, patrocinado pelo antigo Departamento de Força e Luz, atual Companhia Energética de Brasília (CEB). Alaor Capela, jogador do Rabelo, veio  a Brasília para trabalhar, mas sua paixão pelo futebol mudou seus planos e destino. No primeiro treino pelo Rabelo, mostrou seu incrível talento para fazer gols- marcou sete- deixando técnico, diretores e companheiros de time animados para sua estréia no campeonato. 

                O primeiro jogo foi o clássico contra o Defelê, time onde atuava seu irmão. O placar final foi de 2×1, sendo que Alaor foi o responsável pela vitória. Após a partida, recebeu convite para jogar no rival. “Os diretores conversaram comigo e me ofereceram um emprego com um salário melhor, então, mudei de time e fui tricampeão pelo Defelê”. Apesar do pouco tempo em que atuou no Rabelo, seu nome ficou marcado na história do time pelo seu talento e dedicação.

 

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O desaparecimento discreto da Mata Atlântica

Denúncia feita ao jornal da Globo de ontem a noite, o desmatamento da Mata Atlântica na Serra da Cantareira em São Paulo envergonha e afirma o resultado do efeito capitalista e da despreocupação com o meio ambiente, que diga-se de passagem, é elemento essencial para a sobrevivência humana.

Uma grande extensão de área verde coberta de floresta Atlântica, a Serra da Cantareira se torna sonho de consumo de ricos atrás de um recanto para viver em meio à selva de pedra que se tornou a cidade de São Paulo. Bairros e condomínios de alto padrão compram a vista grossa da fiscalização e levantam suas mansões derrubando árvores nativas e expulsando animais silvestres.

È uma vergonha, em pleno século XXI nos depararmos com atual situação. A ganância do ser humano é tão grande a ponto de ser pretensioso em pensar em enganar a natureza. É, porque os homens contratados para limpar o terreno arrancam muito mais do que mato, tiram as árvores e se dizem discretos. O serviço é feito aos poucos para a fiscalização não perceber.

Acompanhado por satélites, os ambientalistas chamam esse golpe contra a floresta de efeito formiga. A mata vai desaparecendo aos poucos, em focos que o satélite não consegue detectar. Chega até ser ingenuidade dizer que a devastação é contra a floresta quando sabemos exatamente que o crime é contra nós mesmos.

O que mais precisa acontecer para podermos adquirir consciência ambiental? Quantos efeitos colaterais irreversíveis ao meio ambiente ainda causaremos? Até quando o dinheiro comprará atitudes? È preciso que acordemos para o mundo que está se desintegrando em nossas mãos e, infelizmente estamos apáticos diante de tal situação. Nós brasileiros somos donos da maior floresta urbana do mundo e não cuidamos, privatizamos nossas riquezas, tomados pela ignorância e falta de perspectiva de um mundo melhor para os nossos filhos e netos.

PNAD aponta queda no número de vítimas do trabalho infantil

Segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2007 a incidência do trabalho infantil no Brasil diminuiu em relação aos anos anteriores. Os números mostram que 10,8% da população entre 5 e 17 anos em 2007 eram vítimas do trabalho infantil, representando um circunstancial de cerca de 4,8 milhões de adolescentes e crianças.

De acordo com Juliana Petrocelli, assistente social e representante do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), o trabalho infantil doméstico é um desafio dentro do tema, pois não há como fiscalizar. “Se não houver denúncia, não tem como combater e acaba tornando-o velado, escondido entre quatro paredes” diz a assistente.

 O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) compõe o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) com duas ações articuladas – o Serviço Socioeducativo oferecido para as crianças e adolescentes afastadas do trabalho precoce e a Transferência de Renda para suas famílias. Além disso, prevê ações socioassistenciais com foco na família para tornar mais eficazes os vínculos familiares e comunitários.

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Mídia, Poder e Geopolítica

Podemos começar dizendo que os três itens estão interligados. À mídia nós atribuímos o quarto poder.  Ao poder e à geopolítica, são os combustíveis para fazer a roda do capitalismo girar.

A mídia tem um papel fundamental na vida da sociedade, é ela que direciona e pauta os assuntos falados no dia a dia, ajuda na formação de opiniões e orienta a população sobre acontecimentos alheios ao seu redor.

A geopolítica que diz respeito à teoria da política e geografia é uma das causas dos problemas socioeconômicos que temos no Brasil. A disputa por terras, reforma agrária, a Amazônia e outros. Todos esses valores contribuem para configurar as características que envolvem o processo de desenvolvimento econômico do país.

O poder vem de mãos dadas com a mídia e a geopolítica, um elemento inseparável, o poder se faz mestre em decisões e tomadas. O poder regula, comanda e argumenta. Mas, quando não usado de forma correta o poder pode ser tomar uma arma perigosa nas mãos de pessoas alienadas a ele.

No conjunto da obra: Mídia, Poder e Geopolítica, temos a uma mistura muito usada pelos governantes para manterem sua ordem em suas demandas. Cada um desses itens tem um valor alto sozinho, mas juntos, formam um dos poderes mais almejados pelos líderes de governo.

Código de Ética e a Mídia atual

O Código de Ética é um dos instrumentos básicos para o direcionamento correto da nossa atuação como profissionais. Ele nos serve como ferramenta no cotidiano de uma profissão que lida com notícias, logo, a opinião da massa. A ética é fundamental em todas as profissões, mas no jornalismo, sua função é peculiar porque sem ela o jornalismo vira tendencioso, pejorativo e/ou sensacionalista. Mascarar a verdade também vem a ser um dos males da falta de ética que vemos muitas vezes acontecer pelo fato do jornalismo ter ser tornado uma máquina de fazer dinheiro, ou seja, anunciantes compram jornalistas e jornais a fim do seu próprio benefício.

O Código de Ética em conteúdo nos fala do direito à informação, do acesso à informação, a coerência, a veracidade e à prestação de informações para o bem público, apurar os fatos, resguardar suas fontes, combater e denunciar todas as formas de corrupção. O Código em si tem como função orientar e proteger os direitos de atuação dos jornalistas.

A mídia atual é questionada pela mudança constante que vem sofrendo. Cada vez mais o sensacionalismo e a exploração de desgraças vêm sendo usadas como materiais altamente vendáveis. O “efeito manada” desse sensacionalismo vem atropelando até veículos de credibilidade jornalística. Mas, nem tudo tem apenas seu lado ruim, o jornalismo bem feito e de boa qualidade valoriza, justifica e incentiva os colegas de profissão.

Falando das coisas boas, a mídia atual vem tornando cada vez mais imediata o repasse das notícias ao público com a internet, por exemplo, a imediaticidade e atualização de notícias são feitas quase que a todo o momento. Com isso, os jornais impressos, televisivos e as revistas têm de apurar e aprofundar mais os fatos para não perderem seu público. A atualização e instantaneidade estão causando a correria dos veículos de informação, e por vez, quem ganha furos de notícia com toda essa concorrência é o público.

O iê iê iê do manifesto

Desde sempre com a carreira polêmica, Caetano Veloso se mostra cheio de atitude ao encarar a ditadura de 68 com músicas e protestos. No auge dos seus 26 anos, o cantor e compositor inspirou jovens a lutar por um Brasil melhor. Caetano, um jovem inteligente, chegou a cursar filosofia na UFBA, onde conheceu Gilberto Gil, Tom Zé e Gal Costa. Começava aí sua carreira musical.

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Foto: divulgação

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